No que ao Sporting respeita: Inaugurado em Março de 2011, encerrado em Maio de 2014, reaberto sob o mesmo nome mas diferente endereço em Agosto de 2016, é este um pequeno e doméstico espaço onde se olha o passado, o presente e o futuro da maior potência desportiva Nacional.
Ademais: Este é um blogue pessoal no qual se vêem analisados outros temas.

Portugal não figura entre os seis primeiros países da Europa do futebol, mas possui um interior-direito que vale quatro mil contos.
É tão brilhante com os pés como o seu inalterável penteado de brilhantina.
[descrição de um jornalista Inglês em 1951]

José Travassos nasceu no Lumiar, em 1926, não perto mas literalmente no estádio José Alvalade, no local onde 57 anos volvidos, em 1983, ver-se-ia erguida a última das bancadas que o lotou da capacidade para 75 200 espectadores.

Naquela altura, infelizmente, ninguém se lembrou de baptizar a bancada com o seu nome, situação que poderá a qualquer altura ver-se corrigida [salvo seja porque a bancada já não existe]. Mas poderá corrigir-se de outras formas.

Peyroteo estreou-se em 1937 num derby com o Benfica, jogo que o maior clube de Portugal venceu por 5-3. O Violino de 19 anos apontou 2 golos. 9 anos depois, estrear-se-ia também em derbies frente ao Benfica o Violino que nascido em 1926 era tão brilhante com os pés como no inalterável penteado de brilhantina, José António Travassos, numa histórica demolição do rival em 1946 por 6 - 1, demolição na qual Travassos, tal como Fernando 9 anos antes, baptizou a sua presença em clássicos com 2 golos, em jogo a contar para o campeonato Nacional da I Divisão de 1946/47.
Foi a 12 de Fevereiro frente ao Benfica de Guilherme Espírito Santo, Batista e um dos sete melhores avançados na história daquele clube: Julinho.

O Sporting daqui a alguns dias não vencerá o Benfica por meia-dúzia de golos, e para o caso de alguma falta de proximidade, seria o Benfica quem no próximo dia 10 golearia no José Alvalade o Sporting por 6-1. Porque o Benfica joga à bola. Nós fingimos que jogamos à bola. Mas temos bons jogadores. Não reunimos a sua (SLB) competência porque não estamos treinados para tê-la - e milagres também não existem - mas temos qualidade em potencial. É preciso então criar as condições para que apareça, e é sobretudo necessário manter presente que atrás de nós, em circunstâncias mais difíceis, outros fizeram o que hoje não somos capazes. Deverão, por isso, os jogadores do Sporting olhar-se e de modo honesto perguntar: «sou ou não capaz?». Não temos a (sua) competência, iremos superá-los com o coração. Será dessa forma que venceremos o jogo.

Tão brilhante com os pés como o inalterável penteado de brilhantina

Posted on

Tuesday, 4 December 2012

Leave a Reply

Search This Blog